http://www.nytimes.com/2009/10/20/business/global/20jets.html?scp=25&sq=Brazil&st=cseMerignac, França - Em uma tarde recente no alastrando fábrica Dassault Aviation, no perímetro do aeroporto de Bordeaux, o cheiro de querosene pendurado no ar como engenheiros hidráulicos testado e sistemas de combustível do jato de combate Rafale.
Esses planos são destinados para a entrega ao Exército francês, assim como o anterior de 70-80 que saiu da linha de montagem. Mas há um sentimento de optimismo cauteloso que o Rafale está finalmente a curta distância de um objectivo há muito procurado: a sua primeira venda externa.
Um acordo provisório com o Brasil no valor de 5 bilhões de euros ($ 7,46 bilhões), anunciou no mês passado, iria de alguma forma para compensar a diminuição na Dassault comercialmente mais importante da divisão de jatos executivos Falcon. Também ajudaria a França retoma algum do glória - e as receitas de exportação - perdidos quando o antecessor do Rafale, o Mirage, cessou a produção em 2007.
Com orçamentos militares sob pressão e muitos potenciais clientes vinculados a caças americanos, a Dassault tem lutado para as sobras dos contratos com as empresas francesas Thales e da European Aeronautic Defense and Space Company.
Um acordo provisório com o Brasil no valor de 5 bilhões de euros ($ 7,46 bilhões), anunciou no mês passado, iria de alguma forma para compensar a diminuição na Dassault comercialmente mais importante da divisão de jatos executivos Falcon. Também ajudaria a França retoma algum do glória - e as receitas de exportação - perdidos quando o antecessor do Rafale, o Mirage, cessou a produção em 2007.
Com orçamentos militares sob pressão e muitos potenciais clientes vinculados a caças americanos, a Dassault tem lutado para as sobras dos contratos com as empresas francesas Thales e da European Aeronautic Defense and Space Company.
Vocabulário:
sprawling = Alastrando;
engineers = Engenheiros;
touching = Tocar;
offsetting = compensação.
Comentário:
O Brasil está fazendo a coisa certa não negociando com os Estados Unidos e sim com outros países de outros continentes.
Com iss, o Brasil diminui a dependencia americana e de negociações.
A França também necessitava disso para se manter instável de uma certa forma.
Isso sim o Brasil fez certo!
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